O
advogado de Magnólia de Souza Almeida, 40 anos, entrará com um pedido
na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para solicitar a
retirada do mercado do medicamento Novalgina®. Em 2007, depois de tomar
dois comprimidos de Novalgina no intervalo de oito horas, Magnólia
apresentou a Síndrome de Stevens- Johnson, forte reação alérgica que a
deixou acamada durante 61 dias, provocou queimaduras em 80% do corpo
dela e prejudicou-lhe a visão. Hoje a técnica de enfermagem tem apenas
5% da capacidade de enxergar preservada.
Recentemente, o Tribunal de Justiça do
Distrito Federal condenou a empresa Sanofi-Aventis, fabricante da
Novalgina® (dipirona sódica), a pagar indenização de R$ 1 milhão à
paciente em decorrência dos danos causados pelo uso do medicamento.


